O Instituto Lavadeira situado em Várzea Grande, que tem como a presidente uma mulher de sobrenome Veloso com atividades em vários setores como: Administração Hospitalar, Área de tecnologia, Agência de Publicidade e vários outros inscritos da Receita Federal.
A denúncia foi referente a um contrato com um município próximo de Cuiabá no valor de quase 2 Milhões de reais para a prestação de serviços de atendimento médico para atender ao Programa FILA ZERO do Governo do Estado de MT.
O que chamou a atenção da denúncia feita na redação do Brasil Notícia e Popular MT1, foi quando a reportagem entrou em contato com a presidente à 3 meses atrás e a mesma atendeu a ligação, ligação esta gravada.
A presidente se manifestou desanimada com o contrato de prestação de serviço com o município, segundo ela revelou à reportagem, a mesma estava pensando em abandonar o contrato pois estava tendo muito problema na contratação de mão de obra, á mesma disse, “não compensa, é desgastante, você não encontra pessoa profissional capacitada para ser contratada no atendimento relevante ao contrato”.
A reportagem sentiu que a presidente reclamou muito sobre o Instituto e sobre a administração do município.
Impressionante, que a reportagem do Brasil Notícia e Popular MT1, descobriu que a presidente tem um padrinho político poderoso no estado de Mato Grosso e que o mesmo esta lavando dinheiro através deste instituto.
A reportagem foi mais além e procurou novamente a presidente do Instituto representado por um repórter que ao indagar a presidente sobre os milhões destinados em 2025 e 2026 despejados no Instituto através do seu padrinho, o mesmo foi assombrado por dois seguranças tipo “guarda-roupa”.
Dante disso, a redação entrou em contato com a Secretária de Saúde do município. A mesma atendeu e deu as suas explicações dizendo que “estava contente com o trabalho do Instituto”.
Quando o repórter questionou sobre o montante de quase 4 mil atendimentos para o ano de 2025, a secretária informou que o município não tem todos estes habitantes a serem consultados e que a objeção do contrato tem que ter tantos mil atendimentos para que seja concluído.
A reportagem questiona com a secretária mais uma vez como é fiscalizado o contrato e se o número de médicos é o suficiente para atender 1.700 consultas principalmente nas comunidades rurais no município incluindo o fornecimento de todos os equipamentos e materiais necessários para a execução do serviço e a mesma não soube dar uma explicação.
Quando perguntamos á secretária sobre o atendimento relacionado ao contrato que tem o número de 1.000 consulta de Pediatria, ela revelou que não existe nem mil crianças no município.
Perguntamos se no vencimento do contrato o Instituto faria a devolução do dinheiro a mais recebido, e ela explica que somente que o pagamento é feito conforme apresentação de nota fiscal da contratação dos profissionais.
Com a palavra, à Polícia Federal e o Ministério Público.


























