A primeira fotografia da corrida pelo Governo de Mato Grosso revela um cenário dinâmico e sujeito a reviravoltas nos próximos meses. Segundo dados da mais recente pesquisa do Instituto Mais, encomendada pelo site VG Notícias e divulgada nesta segunda-feira (27), o senador Wellington Fagundes (PL) lidera as intenções de voto, seguido por um empate técnico entre o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Jayme Campos (União Brasil).
No cenário estimulado, Wellington aparece com 33% da preferência dos entrevistados, mantendo a dianteira também na amostragem espontânea. Logo atrás surgem Pivetta, com 21%, e Jayme Campos, com 19% — tecnicamente empatados dentro da margem de erro de 2,8 pontos percentuais. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) marca 9%. Brancos e nulos somam 6%, enquanto 8,2% dos eleitores se declaram indecisos.
Incertezas no topo e o peso das emendas
Apesar da vantagem numérica de Wellington Fagundes neste momento, analistas políticos e bastidores da capital ponderam que a sustentação dessa liderança enfrentará testes severos nos próximos meses. Encontra-se sob holofotes a destinação de emendas parlamentares para o Estado — com atenção especial a repasses direcionados a órgãos do setor minerário de Mato Grosso, tema que promete entrar no centro do debate eleitoral.
Paralelamente, o Brasil Notícia e Popular MT1 prepara uma série de reportagens especiais investigando os caminhos e a aplicação de emendas de bancada (federais, senatoriais e estaduais), detalhando como esses recursos retornam em forma de projetos e qual a eficácia real para a população.
Dossiês, histórico político e o quadro dos concorrentes
O clima pré-eleitoral também esquenta com a promessa de revelações sobre o passado dos principais postulantes ao Palácio Paiaguás:
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Otaviano Pivetta: O Brasil Notícia e Popular MT1 investiga um volumoso dossiê focado no histórico do atual vice-governador. A expectativa nos bastidores é de que a exposição de fatos do passado político e empresarial de Pivetta possa gerar forte rejeição perante o eleitorado assim que os dados vierem a público.
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Jayme Campos: Experiente no cenário regional, o senador carrega uma trajetória política longa que, embora vista por aliados como tendo pontos de vulnerabilidade menores em comparação aos adversários, não está isenta de contestações e questionamentos históricos.
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Natasha Slhessarenko: Correndo por fora, a médica surge até o momento como o nome de menor desgaste ou rejeição pregressa na disputa, figurando como uma alternativa sem o peso de grandes controvérsias políticas em seu histórico direto.
Com a publicação iminente das matérias investigativas sobre o uso das emendas e os levantamentos de bastidor envolvendo os pré-candidatos, o quadro mostrado pelo Instituto Mais representa apenas o ponto de partida de uma disputa que promete novos contornos.
Com informações do VG Notícias

























