O ex-governador Pedro Taques revelou, em vídeo-dossiê disseminado nas redes sociais, um suposto esquema de R$ 308 milhões envolvendo um acordo célere com a empresa Oi, cujos recursos teriam sido drenados do tesouro estadual para beneficiar o núcleo político e familiar do governador Mauro Mendes. Através de uma complexa engenharia de fundos de investimento, o montante teria sido fracionado para irrigar o patrimônio do chefe da Casa Civil, Fabinho Garcia, e da mineradora Minerbrás, pertencente a Luizinho e à primeira-dama Virginia Mendes, configurando o que Taques classifica como “lavagem de dinheiro” e “furo na fila” dos precatórios. A denúncia, sustentada por documentos da CVM e da Junta Comercial apresentados no YouTube, já foi protocolada na Polícia Federal e na PGR para investigação criminal em âmbito federal.





























