A desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), afirmou que eventuais irregularidades cometidas por magistrados não devem comprometer a imagem de todo o Judiciário. A declaração foi feita na quinta-feira (8), durante sessão administrativa da Corte.
“O poder não é podre. Podres são aqueles que compõem eventualmente, num dado momento, o poder”, declarou.
A magistrada também defendeu maior aproximação entre o Judiciário e a população, com mais diálogo e transparência. Segundo ela, condutas inadequadas devem ser apuradas individualmente, sem descredibilizar os profissionais que exercem suas funções com responsabilidade.
Durante a sessão, o TJMT elegeu por aclamação o desembargador José Luiz Leite Lindote para presidir a Corte no biênio 2027-2028. Gilberto Giraldelli foi escolhido vice-presidente, e Helena Maria Bezerra Ramos, corregedora-geral da Justiça.
Maria Helena ainda pediu que a nova gestão fortaleça a comunicação com a sociedade e torne o Judiciário mais acessível à população.

























