A primeira pesquisa Quaest sobre a disputa pelo Senado em Mato Grosso após o início da campanha eleitoral aponta Mauro Mendes (União) na liderança. No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, o ex-governador registra 24% das intenções de voto.
Janaina Riva (MDB) aparece na segunda colocação, com 18%, seguida por Pedro Taques (PSB), com 8%. Zé Medeiros (PL) soma 6% e Carlos Fávaro (PSD), 5%.
Na sequência, Coronel Darwin (Democrata), Galvan (Avante) e Professor Nelson Ferreira (Agir) aparecem com 2% cada. Margareth Buzetti (PP) tem 1%, enquanto Beny Godoy (Agir) registra 0%.
O levantamento mostra ainda um percentual significativo de eleitores que ainda não definiram a escolha: 25% estão indecisos. Outros 7% afirmam que votarão em branco, anularão o voto ou não pretendem comparecer às urnas.
Primeiro voto
Quando os entrevistados indicam especificamente o primeiro voto para o Senado, Mauro Mendes amplia a vantagem e chega a 36%. Janaina Riva aparece com 19%, seguida por Pedro Taques, com 7%, e Zé Medeiros, com 6%.
Carlos Fávaro tem 4%, enquanto Coronel Darwin, Galvan, Professor Nelson Ferreira e Margareth Buzetti registram 1% cada. Nesse recorte, 18% ainda estão indecisos e 5% optariam por branco, nulo ou não votar.
Segundo voto
Na escolha do segundo candidato, a indefinição aumenta. 32% dos entrevistados não sabem em quem votar.
Janaina Riva lidera esse cenário, com 17%, enquanto Mauro Mendes aparece com 12%. Pedro Taques registra 9% e Carlos Fávaro, 7%.
Coronel Darwin, Galvan, Professor Nelson Ferreira e Margareth Buzetti têm 2% cada. Beny Godoy aparece com 1%.
Pesquisa espontânea
Sem a apresentação dos nomes dos candidatos, Mauro Mendes também lidera, com 8%. Janaina Riva tem 5%, Zé Medeiros aparece com 3% e Carlos Fávaro, com 2%.
Pedro Taques e Coronel Darwin registram 1% cada. O destaque, porém, fica para o alto número de eleitores que ainda não definiram a escolha: 79%.
Eleitores podem mudar de voto
A Quaest também perguntou aos entrevistados se a decisão já está consolidada. 51% disseram considerar o voto definitivo, enquanto 48% afirmaram que ainda podem mudar de escolha até a eleição.
A pesquisa ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números MT-04846/2026 e BR-00817/2026.
























