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Operação Gorjeta

Procurador afirma que Câmara não é alvo da operação e confirma manutenção do salário de vereador

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O procurador-geral da Câmara Municipal de Cuiabá, Eustáquio Inácio de Noronha Neto, afirmou nesta terça-feira (27) que o Legislativo não é investigado na Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil, que resultou no afastamento do vereador Chico 2000. Segundo ele, a apuração atinge exclusivamente o parlamentar e dois servidores comissionados, sem qualquer imputação institucional à Casa.

“A Câmara é uma instituição formada por servidores honrados e trabalhadores. O vereador e os servidores citados estão sendo investigados, e a Casa vai aguardar o andamento das investigações, cumprindo rigorosamente todas as determinações judiciais”, declarou o procurador.

A Operação Gorjeta apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares e resultou no bloqueio de R$ 676 mil, além da apreensão de veículos, imóveis e documentos ligados aos investigados.

Noronha Neto destacou que as diligências realizadas pela Polícia Civil, incluindo buscas em gabinetes e no setor de informática, ocorreram dentro da legalidade e sem prejuízo ao funcionamento da Câmara.

Ele confirmou ainda que o afastamento de Chico 2000, determinado pelo prazo de 60 dias, assim como a suspensão dos dois servidores, será cumprido de forma imediata.

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Sobre a remuneração, o procurador esclareceu que o parlamentar continuará recebendo salário normalmente durante o período de afastamento, seguindo o mesmo entendimento adotado em decisões judiciais anteriores envolvendo o vereador.

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