Cooperados vêm há tempos manifestando desconfiança sobre o suposto rombo de R$400 milhões. O Instituto Brasil Cooperado analisou os números e comprovou: o rombo não existia. O que houve foram alterações contábeis direcionadas aos interesses da nova gestão. A expressão “rombo” foi, na prática, uma criação midiática — nunca apareceu em nenhum relatório contábil real.

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