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USARAM DESIFETANTE

Médicos que tiveram senhas usadas por técnicos prestam depoimento

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Dois médicos intensivistas da UTI do Hospital Anchieta prestaram depoimentos à Polícia Civil sobre as senhas terem sido usadas pelos técnicos de enfermagem suspeitos de assassinar três pacientes que estavam internados na unidade de saúde de Taguatinga, no Distrito Federal.

De acordo com a polícia, o objetivo é apurar se havia compartilhamento de senhas entre as equipes, que pode ter facilitado o crime, ou se a senha foi obtida de alguma outra forma ilegal.

Além disso, a polícia investiga se houve negligência de algum profissional, já que a retirada de remédios desse tipo da farmácia do hospital deve ser acompanha por médicos da ala.

Segundo a investigação, um dos técnicos de enfermagem injetou doses altas de um medicamento nos pacientes – ou seja, usou o produto como um veneno. Em uma das vítimas, ele também injetou desinfetante na veia. Já as duas técnicas investigadas são acusadas de participar dos crimes “dando cobertura” ao outro técnico (entenda abaixo).

Quem são os técnicos de enfermagem suspeitos?
Amanda Rodrigues de Sousa, Marcos Vinícius Silva e Marcela Camilly Alves são os três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes na UTI do Hospital Anchieta.

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Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos;
Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos;
Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos.
As identidades foram confirmadas pela Polícia Civil do Distrito Federal e pelo Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren) à TV Globo. Os três suspeitos estão presos.

O técnico de enfermagem é apontado como o principal executor dos crimes. Ele confessou em depoimento à Polícia Civil na segunda-feira (19). Marcela também confessou.

Veja os crimes pelos quais os suspeitos são investigados, segundo a Polícia Civil:

pela morte de Miranilde Pereira da Silva, os três suspeitos respondem por homicídio qualificado;
pela morte de João Clemente Pereira, o técnico e uma técnica respondem por homicídio qualificado;
pela morte de Marcos Raymundo Fernandes Moreira, o técnico e a outra técnica respondem por homicídio qualificado.
Após abrir a investigação interna, o Hospital Anchieta demitiu os três suspeitos.

A defesa da técnica de enfermagem Amanda Rodrigues de Sousa pediu à Justiça do Distrito Federal que ela seja transferida para a prisão domiciliar durante as investigações da Polícia Civil.

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Já a defesa de Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo afirmou que as informações divulgadas até agora podem estar formando um “juízo público equivocado” sobre o técnico de enfermagem.

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