O deputado criticou a política educacional do governo Mauro Mendes, que segundo ele investe mais em propaganda e cosmética do que em infraestrutura e valorização de professores. “Melhorou o IDEB, mas não melhorou a escola.”
Henrique apontou que os indicadores foram inflados artificialmente por mecanismos como a progressão automática e a exclusão de alunos evadidos das estatísticas. “A realidade do chão da escola é de falta de estrutura, salários defasados e profissionais sobrecarregados.”
Ele ainda alertou que o Estado usa contratos milionários com empresas privadas de plataformas e apostilas como fachada para apresentar dados positivos, enquanto ignora o livro didático gratuito e desvaloriza o protagonismo do professor em sala de aula.
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