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MIDR participa da Conferência Mundial sobre Mulheres

MIDR participa da 69ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher

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Brasília (DF) – A comunidade global celebrará os 30 anos da 4ª Conferência Mundial sobre Mulheres e da adoção da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim (1995). Para marcar a data, a 69ª sessão da Comissão sobre o Status da Mulher ocorrerá na sede da ONU, em Nova York, de 10 a 21 de março de 2025. O evento contará com a presença de representantes do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), incluindo a chefe de gabinete, Marilene Nascimento, e a chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Natalia Mori.

O MIDR é um dos primeiros órgãos do governo federal (2023-2026) a criar um Comitê Permanente de Gênero, Raça e Diversidade. O encontro em Nova York revisará a implementação da Plataforma de Ação de Pequim, analisando desafios atuais para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, além de sua contribuição para a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Confira a agenda de participação do MIDR:

Mulheres na Linha de Frente da Resiliência Climática e Gestão de Riscos de Desastres
O painel destacará a importância da liderança, do conhecimento e experiência das mulheres na redução de riscos e gestão de desastres. Além disso, discutirá a necessidade de integrar uma perspectiva de gênero em todas as etapas da gestão de desastres, conforme o Plano de Ação de Gênero do Marco de Sendai. A realização é em parceria com Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e Escritório da ONU para Redução do Risco de Desastres (UNDRR)

  • Data: 12 de março de 2025
  • Horário: 11h às 12h30 – horário local (Nova York)
  • Local: UN Global Compact – Sala Kofi Annan
  • Inscrição para transmissão: Clique aqui para ter acesso à inscrição. 

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Mulheres na Aliança Global contra a fome e a pobreza
A intenção do painel é aprofundar o debate sobre mulheres e meninas como beneficiárias e impulsionadoras de políticas para a erradicação da fome, combate à pobreza e desigualdades. A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, também participará do painel, na abertura e encerramento do evento.

  • Data: 13 de março de 2025
  • Horário: 16h45 às 18h – horário local (Nova York)
  • Local: Sala CR12, sede da ONU
  • Transmissão: https://webtv.un.org/en

Um futuro sustentável e equitativo: Justiça Climática e Empoderamento das Mulheres
Participação MIDR na moderação da chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Natalia Mori.

  • Data: 14 de março de 2025
  • Horário: 19h às 21h – (Nova York)
  • Local: ONU Mulheres – 220 East 42nd Street, Daily News Building
  • Transmissão: https://webtv.un.org/en

Acelerando o progresso na PAB (Plataforma de Ação de Beijing) sobre mulheres e o ambiente através de uma transição justa centrada no cuidado

  • Data: 17 de março de 2025
  • Horário: 15h às 16h15
  • Local: Sala de Conferências 12
  • Transmissão: https://webtv.un.org/en

Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW)
Criado no âmbito do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), em 21 de junho de 1946, a Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW) é o principal fórum da ONU sobre os direitos das mulheres. Este ano, a 69ª Sessão traz como lema: “Vamos juntas por um mundo mais igualitário!”.

A edição celebra os 30 anos da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, considerada o marco fundamental para o avanço dos direitos das mulheres.

O Brasil na CSW
O Brasil tem uma longa história de participação na Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW). Na década de 1940 e 1950, o país reforçou sua posição na defesa dos direitos civis e políticos das mulheres, incluindo o direito ao voto, que já havia sido conquistado no Brasil em 1932. Alguns anos depois, durante a Década da Mulher das Nações Unidas (1975-1985), o Brasil intensificou sua inserção nos debates globais sobre igualdade de gênero, incluindo participação na Primeira Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada na Cidade do México, em 1975.

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Na década seguinte, em 1980, com a redemocratização, o país começou a apresentar propostas mais alinhadas com a luta por direitos reprodutivos, saúde e combate à violência contra a mulher, temas que se consolidaram como prioridades globais. Dessa forma, em 1995, durante a Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher, em Pequim, o Brasil consolidou seu protagonismo nos debates e endossou a proposição da Plataforma de Ação de Pequim.

Em 2006, com a Lei Maria da Penha, amplamente reconhecida como uma das mais avançadas no combate à violência contra a mulher, o Brasil fortalece a criação de normativas e de políticas públicas voltadas para a inclusão de gênero e proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Na última sessão, realizada em março de 2024, a ministra Cida Gonçalves destacou, em discurso, a importância de combater a violência contra mulheres e meninas, além de fortalecer a inclusão e proteção social, temas que continuarão em foco na 69ª CSW.


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Fonte: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional

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