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Família Acolhedora transforma vida de crianças e jovens em Porto Velho

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A próxima capacitação acontece nos dias 5, 6 e 7 de maio, no Creas

Serviço é uma forma de acolhimento temporáriAcolher uma criança ou um jovem em um lar temporário, oferecendo carinho, amor, amparo e convivência familiar: esse é o objetivo do Serviço de Acolhimento Familiar “Família Acolhedora”, que tem ajudado a ressignificar as vidas de crianças, adolescentes e também das famílias que abriram as portas de suas casas para receber os novos integrantes.

O serviço é uma forma de acolhimento temporário, em que famílias previamente cadastradas e capacitadas recebem crianças e adolescentes que foram afastadas de suas famílias de origem. O serviço é regulamentado pela Prefeitura de Porto Velho através da Lei 2.551 de 7 de dezembro de 2018, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf).

EXPERIÊNCIA

 Maria de Nazaré recebeu a 8ª criança de pouco mais de um mês de vida

Foi o amor que transformou a vida da dona de casa Maria de Nazaré, que acolheu a primeira criança em 2022. Agora em 2025, ela recebeu no aconchego de sua casa a 8ª criança de pouco mais de um mês de vida. “Com toda certeza essas crianças mudam as nossas vidas. O amor é tão grande que a gente não consegue explicar. Eu fico emocionada toda vez que chega um coraçãozinho na minha casa. Essa iniciativa transformou a vida da minha família”, disse a dona de casa.

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Durante esses anos de serviço, já foram acolhidas 49 crianças e jovens. Esta medida é excepcional e provisória, e não deve ultrapassar 18 meses. Ou seja, acolhimento familiar e adoção são situações distintas, inclusive no seu tempo de duração: o acolhimento é temporário, a adoção é definitiva.

De acordo a gerente do serviço da Família Acolhedora, Magda Santos, as famílias são selecionadas, preparadas e acompanhadas por uma equipe de profissionais para receber crianças e adolescentes. “Ele vem justamente para garantir que as crianças e jovens que sofreram violações de direito possam ter um acolhimento mais adequado, numa família onde possam oferecer afeto, amor e proteção”, conclui a gerente.

Magda Santos, as famílias acompanhadas por uma equipe de profissionais para receber crianças e adolescentes

Segundo o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, o serviço é um a oportunidade para que essas famílias possam dar aconchego para essas crianças e jovens no momento em que elas mais precisam. “Ser família acolhedora é amar ao próximo. É ficar pouco tempo com a criança, mas ficar imensamente amando. Na nossa gestão vamos trabalhar para que a iniciativa possa crescer ainda mais e, principalmente, oferecendo dias dignos para quem precisa de carinho nesse momento”, finaliza.

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COMO FUNCIONA

As famílias interessadas em fazer parte desse serviço não podem ter intenção de adoção. É necessário a concordância de todos os membros da família, residir em Porto Velho há, pelo menos, dois anos, não ter pendências com a justiça, e, é imprescindível a participação de todos os membros da família residentes na casa nos cursos de capacitação.

Dúvidas podem ser esclarecidas pelo contato telefônico (69) 98473-6021, ou na sede do Creas que fica na rua Geraldo Ferreira, 2176, bairro Agenor de Carvalho.

Texto: André Oliveira
Foto: Hellon Luiz/ Ana Flávia

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Fonte: Prefeitura de Porto Velho – RO

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