Pesquisar
Close this search box.
CORRIDA PRESIDENCIAL

Eduardo Leite diz que caso do Banco Master será o principal escândalo da eleição de 2026

publicidade

O governador do Rio Grande do Sul e pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Leite (PSD), afirmou que o caso envolvendo o Banco Master deverá ser o principal escândalo político nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Canal Livre.

Segundo o governador, o país volta às urnas em meio a denúncias graves de corrupção, e o episódio relacionado ao banco tende a ocupar o centro do debate político durante o próximo processo eleitoral.

Durante a entrevista, Leite também apresentou uma proposta que pretende implementar caso seja eleito presidente. Ele afirmou que uma de suas primeiras medidas seria encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição para acabar com a reeleição para cargos do Executivo.

A possibilidade de reeleição foi incluída na Constituição em 1997, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Para Leite, o fim dessa regra ajudaria a criar um ambiente político mais equilibrado no país.

O programa também entrevistou outros dois governadores que são pré-candidatos à Presidência pelo PSD: Ronaldo Caiado, de Goiás, e Ratinho Júnior, do Paraná.

Leia Também:  Governo Lula investe R$ 1,5 milhão em anúncios sobre fim da escala 6x1

Durante a conversa, os três divergiram sobre a redução da maioridade penal. Ratinho Júnior afirmou que vê a proposta com simpatia, mas defendeu que o tema seja debatido com mais profundidade no Legislativo.

Já Caiado se posicionou de forma favorável à redução, argumentando que penas mais duras poderiam ajudar a diminuir a criminalidade entre jovens. Segundo ele, adolescentes a partir dos 16 anos deveriam responder como adultos em crimes graves, como homicídios.

Por outro lado, Eduardo Leite defendeu cautela na discussão. Para o governador gaúcho, antes de qualquer mudança na legislação, seria necessário melhorar a estrutura do sistema prisional brasileiro, que atualmente não teria condições de receber mais detentos sem agravar os problemas existentes.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade