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REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

Moradores agradecem atuação de Max Russi após suspensão de despejo

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Moradores dos residenciais Villas das Minas e Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá, agradeceram ao deputado estadual Max Russi (Pode) pela articulação que resultou na suspensão de uma ordem de despejo que ameaçava centenas de famílias. O parlamentar esteve novamente nos condomínios durante uma reunião realizada no domingo (27).

Durante o encontro, Max afirmou que pretende continuar acompanhando o caso e buscar alternativas para solucionar a situação dos imóveis. Entre as possibilidades citadas por ele estão a utilização de recursos estaduais e eventuais mudanças na legislação.

“Como presidente da Assembleia tenho que usar a minha influência para ajudar as pessoas. Nós ganhamos uma luta, mas não a guerra. Precisamos pensar em novas estratégias para avançar”, afirmou.

O impasse teve início após a falência da Trese Construtora e Incorporadora Ltda. e ganhou novos contornos depois que a empresa Trunk Gestão Empresarial arrematou os empreendimentos em um leilão judicial.

Em abril, uma decisão da 1ª Vara Cível de Cuiabá reconheceu o direito da empresa à posse dos imóveis e autorizou o cumprimento dos mandados de desocupação. A possibilidade de retirada das famílias provocou preocupação entre moradores que afirmam ter comprado os apartamentos e residir nos locais há anos.

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Diante da situação, Max acionou a Corregedoria-Geral da Justiça e solicitou a suspensão das desocupações. O pedido foi acolhido e o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, recomendou que a medida fosse suspensa e que o caso fosse encaminhado à Comissão Regional de Soluções Fundiárias.

Posteriormente, a Justiça autorizou a continuidade do processo de regularização fundiária dos imóveis.

Durante o encontro deste domingo, moradores relataram o impacto da possibilidade de perder as casas e agradeceram a atuação do deputado.

“Estou muito feliz e satisfeita com o trabalho do deputado Max Russi. Se não fosse ele, a gente estaria fora da nossa moradia. Ele teve muita vontade de nos fortalecer. A gente estava desesperado, sem saber o que fazer”, afirmou Elen Regina de Almeida Lopes, moradora do Lavras do Sutil I há 23 anos.

Arlinda Almeida Silva, que comprou um dos apartamentos há cerca de 30 anos, também falou sobre o período de insegurança enfrentado pelos moradores.

“Eu já estava muito desacreditada. Muita pressão, falavam que iam despejar e eu paguei, comprei na planta, paguei, foi uma luta”, relatou.

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Max Russi afirmou que continuará acompanhando o processo e buscando alternativas para a regularização definitiva dos residenciais.

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