O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) negou, nesta quinta-feira (23), qualquer risco de paralisação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na região metropolitana de Cuiabá. Segundo ele, a operação será mantida em parceria com o Corpo de Bombeiros, sem prejuízo à população.
A declaração foi dada após a repercussão do fim de contratos temporários de profissionais da saúde. Pivetta admitiu o vencimento de alguns vínculos, mas minimizou o impacto.
“Lamentavelmente venceu, mas tem muito trabalho por aí. Não falta vaga no mercado.”
O governador reforçou que, embora o Samu seja de responsabilidade municipal, o Estado entrou em cena de forma emergencial para suprir lacunas das prefeituras na Baixada Cuiabana.
A solução, segundo ele, veio por meio de um termo de cooperação firmado ainda na gestão passada, comandada por Mauro Mendes (União Brasil).
Pivetta destacou que o importante é agilizar o socorro. “O que vale é um serviço rápido e de qualidade. Samu e Bombeiros vão seguir juntos”.
O número de bases saltou de 12 para 25 com a inclusão dos militares e houve uma redução de 30% no tempo de resposta das ocorrências..


























