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O gasto mensal do município deve ser de aproximadamente R$ 500 milhões

Prefeitura de Campo Grande. (Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)

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A Prefeitura de Campo Grande publicou um cronograma de execução mensal de desembolso para 2026. Com orçamento previsto de R$ 7 bilhões, o município divulgou que deve gastar, em média, R$ 500 milhões por mês. A informação consta na edição extra do Diogrande desta quinta-feira (19).

Desde o ano passado, a Prefeitura de Campo Grande tem tomado medidas para contingenciamento de gastos e atenção na Lei de Responsabilidade Fiscal. Assim como em 2025, a Prefeitura de Campo Grande deve decretar medidas para contingenciamento de gastos em 2026.

No Diogrande desta quinta, o Executivo estabeleceu um teto de gastos de cada mês de 2026. Os valores variam entre R$ 300 milhões e 500 milhões.

O fim do ano é a época que apresenta um aumento no teto estabelecido pela Prefeitura. Com o valor do 13º salário dos servidores, pode chegar a R$ 857 milhões.

Ainda segundo o Diogrande, o decreto também aponta que, se verificado que o comprometimento das despesas ultrapassou a receita realizada, o município deverá estabelecer critérios para o equilíbrio das contas.

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Corte de gastos que devem continuar em 2026

O decreto deste ano estabelece que os órgãos da Prefeitura de Campo Grande deverão adotar medidas para reduzir, no mínimo, um quarto dos gastos com o consumo de água, energia elétrica, outsourcing de impressão, combustíveis e demais “serviços de terceiros prestados por pessoa física e/ou jurídica”. Os titulares das pastas deverão entregar relatórios demonstrando o corte de gastos.

Outro ponto é que a Prefeitura estabeleceu uma série de restrições para contratações ou gratificações com pessoal, com algumas exceções. Nesta lista de vedações, está o pagamento de vantagem financeira na designação de substitutos de titulares de cargo em comissão e pagamento de horas complementares para professores.

Além disso, há vedação para admissão de professor convocado, nomeação em cargo efetivo, contratação por prazo determinado e ampliação de mão de obra terceirizada (exceto para obras públicas).

Outros cortes de gastos incluem a cedência de servidores com ônus para a origem, admissão de novos estagiários, concessão de diárias, bem como o pagamento de adicional noturno ou local de difícil acesso (excluídos os ocupantes de cargos/funções que necessariamente tenham que cumprir escalas de serviço em horário noturno), entre outros.

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Os resultados da economia gerada serão avaliados bimestralmente. Contudo, há possibilidade de prorrogação em caso de necessidade.

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