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CRIME ORGANIZADO

Operação investiga bicheiro Rogério de Andrade e policiais suspeitos de integrar esquema no RJ

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Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizou nesta terça-feira (10) uma operação para cumprir 20 mandados de prisão preventiva contra integrantes de um grupo ligado ao bicheiro Rogério de Andrade.

A ação tem como alvo o núcleo responsável pela segurança de atividades ilegais na região de Bangu, na zona oeste da capital fluminense.

As ordens judiciais atingem 18 policiais militares e penais, entre servidores da ativa e da reserva, além de um policial civil aposentado. De acordo com as investigações, o agente teria sido recrutado pela organização criminosa ainda quando estava em atividade.

A operação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MPRJ, além das corregedorias da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro e da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.

Segundo o Ministério Público, os investigados faziam parte de um esquema que atuava para garantir a proteção de pontos de exploração de jogos de azar controlados pelo grupo de Rogério de Andrade.

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A estrutura, conforme a denúncia, utilizava práticas de corrupção para manter o funcionamento das atividades ilegais e evitar operações policiais.

Os denunciados vão responder por organização criminosa armada, com agravantes relacionados à participação de agentes públicos e à ligação com outras organizações criminosas, além de corrupção ativa e passiva.

Os mandados foram autorizados pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Comarca da Capital e estão sendo cumpridos em diversos municípios, entre eles Rio de JaneiroBelford RoxoDuque de CaxiasMangaratibaNilópolis e São João de Meriti.

Uma das ordens judiciais também está sendo executada na Penitenciária Federal de Campo Grande.

Conforme o MPRJ, os policiais militares investigados estavam lotados em diferentes unidades da corporação, incluindo a Subsecretaria de Gestão de Pessoas, o Batalhão de Policiamento de Vias Expressas e os batalhões 4º, 6º, 14º, 17º, 22º, 23º e 41º da Polícia Militar.

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