A nova ofensiva da polícia em Cuiabá, com a deflagração da Operação Gorjeta nesta terça-feira (27), voltou a colocar sob os holofotes o legado investigativo deixado pela gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (PSD). A apuração atual, que tem a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer como suposta vítima, integra uma sequência de procedimentos que atingem atos praticados durante os dois mandatos do ex-gestor.
O inquérito passa a se somar a uma lista já extensa de operações e investigações que nasceram de fatos ocorridos na administração passada, entre elas Contraprova, Déjà Vu e apurações sobre fraudes na dívida ativa municipal — todas ainda em tramitação.
De acordo com a Prefeitura, parte dessas investigações ganhou força a partir de denúncias e auditorias realizadas já na atual gestão, comandada pelo prefeito Abilio Brunini (PL), que assumiu o Palácio Alencastro em 2025.
Emanuel Pinheiro deixou o cargo em dezembro de 2024 após encerrar dois mandatos marcados por mais de 20 operações policiais, muitas delas concentradas na área da Saúde — setor que chegou, inclusive, a sofrer intervenção do Governo do Estado.
Mesmo fora da Prefeitura, o ex-prefeito continua no centro de desdobramentos judiciais e políticos, que mantêm a antiga administração como alvo constante de novas frentes de apuração.





























