A suplente de senadora Margareth Buzetti (PP) decidiu adiar a definição sobre qual cargo disputará nas eleições de 2026 e deixou seu futuro político condicionado às decisões do Progressistas. Antes cotada para o Senado, ela agora adota cautela e afirma que qualquer projeto dependerá da estratégia traçada pelo partido.
Nos bastidores, Buzetti passou a ser avaliada como um dos nomes para a disputa proporcional pela Federação União Progressista (UPs), formada por PP e União Brasil, especialmente para a Câmara dos Deputados. A leitura interna é de que esse caminho oferece maior viabilidade eleitoral diante de um cenário majoritário ainda indefinido.
A suplente reforçou que não pretende tomar decisões individuais e que sua eventual candidatura precisa ser construída coletivamente. Segundo ela, cabe ao partido definir se haverá interesse em lançá-la como pré-candidata e em qual cargo, para que o grupo possa trabalhar de forma alinhada.
Buzetti retornou oficialmente ao Progressistas em agosto, durante um ato político em Cuiabá que contou com a presença do presidente nacional da sigla, senador Ciro Nogueira, e da senadora Tereza Cristina. Na ocasião, seu nome chegou a ser ventilado para disputar uma das vagas ao Senado em 2026.
No entanto, a avaliação interna mudou ao longo dos últimos meses, com o entendimento de que a disputa proporcional representa menor risco político e melhores chances de êxito eleitoral para a federação.
Margareth Buzetti ocupou temporariamente uma cadeira no Senado durante a licença do titular Carlos Fávaro. Com o fim de sua passagem, o segundo suplente, José Lacerda (PSD), assumiu o posto até janeiro, enquanto o grupo político segue discutindo os próximos passos para 2026.


























