A Polícia Científica concluiu os exames que analisaram o DNA humano encontrado nas fezes da onça-pintada capturada no pesqueiro Touro Morto, em Mato Grosso do Sul, em abril deste ano.
Inicialmente, acreditava-se que o animal teria matado e se alimentado da carne do caseiro Jorge Ávalo. No entanto, até então, os restos mortais presentes em seu organismo não tinham sido confirmados como pertencentes ao pantaneiro.
No entanto, nesta sexta-feira (4), a Coordenadoria-Geral de Perícias de Mato Grosso do Sul confirmou ao Jornal Midiamax que as análises ficaram prontas e o resultado foi positivo para a compatibilidade entre o código genético de Jorginho e o DNA presente nos dejetos da onça.
“O resultado positivo está sendo encaminhado à autoridade policial responsável pelo caso”, complementou a CGP. Com a conclusão, fica descartada qualquer hipótese do caseiro não ter sido devorado por aquele animal, hoje chamado Irapuã e abrigado em cativeiro de um Instituto em São Paulo.


























