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INVESTIGAÇÕES SIGILISOSAS

Plenário da Alerj decide pela liberdade de Rodrigo Bacellar após votação

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O plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) decidiu, na tarde desta segunda-feira (8), revogar a prisão do deputado Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Casa, detido na última semana pela Polícia Federal.

A sessão começou às 15h17, com 65 deputados presentes. Para derrubar a decisão judicial, eram necessários 36 votos, número que a base aliada de Bacellar alcançou com folga. Às 16h50, a votação já estava definida:

42 votaram “sim” pela revogação, 21 foram contra e 2 se abstiveram. Outros três parlamentares sequer apareceram, e um está licenciado.

O aval do plenário veio horas depois de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj aprovar, por 4 a 3, o parecer pela soltura, encaminhando-o imediatamente para votação.

Bacellar foi preso no dia 3 pela Operação Unha e Carne, acusado pela Polícia Federal de vazar informações sigilosas da Operação Zargun, investigação que desmontou um esquema ligado ao Comando Vermelho (CV) e levou à prisão do ex-deputado TH Joias.

TH Joias, apontado como operador político da facção, foi detido por tráfico, corrupção, lavagem de dinheiro e participação direta na negociação de armas e fuzis para o crime organizado.

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O envolvimento de Bacellar, no entanto, não impediu que seus colegas de Parlamento corressem para garantir sua libertação.

E agora?

Após a decisão política, restam os trâmites formais:

– publicação da resolução no Diário Oficial,
– comunicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela ordem de prisão,
– e retorno do caso às mãos do ministro Alexandre de Moraes, que conduz a investigação.

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