O cenário ,que é caótico, foi registrado em vídeos e fotos pelos próprios funcionários da empresa e mostra bancos de ambulâncias rasgados, pneus furados e carecas, fumaça saindo do motor, portas que não trancam e até macas soltas.
Um dos profissionais ouvidos, que preferiu não se identificar, para não sofrer represálias disse:
“As viaturas que a gente trabalha são danificadas, batidas. Viatura com sinalização sonora baixa, algumas sinalizações luminosas queimadas. Luz de seta e farol queimado. Não tem macaco, chave de roda e nem triângulo de sinalização”
Além das falhas de segurança, os profissionais também reclamam de irregularidades como atrasos de pagamentos de salários e descontos indevidos em folha. No caso, os salários atrasam mensalmente há mais de seis meses. O vale-transporte não é depositado há dois meses, o plano odontológico continua sendo cobrado mesmo após o cancelamento e eles não conseguem atendimento por parte da empresa, que está com seus canais de comunicação inativos, como e-mails e telefones.
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito federal (IgesDF) informou, em nota, que está ciente das denúncias e que, se confirmado qualquer descumprimento contratual, serão aplicadas as sanções cabíveis.
“O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
informa que está ciente das denúncias atribuídas a UTI Vida, por meio dos relatórios mensais de acompanhamento elaborados pelas equipes de fiscais e gestores responsáveis pela fiscalização do contrato.
A gestão do IgesDF segue diretrizes estabelecidas em normativo interno específico que asseguram eventuais medidas administrativas em caso de descumprimentos contratuais. Caso irregularidades sejam averiguadas, são instaurados processos administrativos para apuração dos fatos, garantindo o direito de ampla defesa por parte da empresa. Se confirmado o descumprimento contratual, serão aplicadas as sanções cabíveis, conforme previsto nos termos contratuais e na legislação vigente.”


























