Nesta quinta-feira (4), Dia Mundial da Saúde Sexual, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal divulgou números que chamam a atenção. De janeiro a agosto deste ano, as unidades básicas de saúde (UBSs) da capital realizaram 212.083 testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C. As informações foram publicadas pela Agência Brasília.
O dado mostra não apenas a procura crescente pelo diagnóstico precoce, mas também o empenho do sistema público em ampliar o acesso à prevenção. Todas as UBSs oferecem gratuitamente os exames, que permitem ao paciente iniciar o tratamento imediato e interromper a transmissão das infecções.
“A prevenção começa com o teste. Quanto mais cedo a pessoa descobre uma infecção, mais rápido ela inicia o tratamento e segue a vida com saúde”, ressaltou Daniela Magalhães, técnica da Gerência de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis (Gevist).
Prevenção vai além do exame
A Secretaria de Saúde destaca que a prevenção combinada continua sendo a estratégia mais eficaz. Isso inclui o uso de preservativos, vacinação contra HPV e hepatite B, além do acesso à PrEP (profilaxia pré-exposição) e à PEP (profilaxia pós-exposição).

























