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COBROU NOMES

Wellington rebate Pivetta e dispara: “Quem cospe pra cima, cai na cara”

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O senador Wellington Fagundes (PL) rebateu, nesta terça-feira (28), as declarações do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) sobre supostas “negociatas” envolvendo parlamentares e emendas destinadas a municípios do interior. Sem citar nomes, Pivetta afirmou que “senadores” estariam ligados a práticas irregulares, o que provocou reação imediata do liberal.

Em entrevista, Wellington acusou o governador de generalizar e atacar instituições de forma recorrente. “Ele generalizou todo o Congresso Nacional, os prefeitos, inclusive de uma forma deselegante, e isso já é vezeiro, ele já fez isso nas outras eleições”, declarou o senador.

Na sequência, Fagundes resgatou um embate político de pleitos anteriores, quando disputou vaga ao Senado e Pivetta coordenava a campanha do ex-governador Pedro Taques. Segundo ele, o republicano o acusou de não ter coragem de abrir o sigilo bancário e fiscal.

“Quando eu fui candidato a senador, e ele era o coordenador do Pedro Taques, ele disse que eu não teria coragem de quebrar o meu sigilo, e assim o fizemos, fomos ao cartório, eu, minha esposa, meus dois filhos, e ele prometeu que iria e não foi. E vocês da imprensa sabem disso, porque isso tudo não é uma invenção deste momento. Está tudo registrado, então quem mente e quem fala asneira, com certeza é aquela história: quem cospe pra cima, cai na cara”, afirmou.

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Ao ser questionado se a “carapuça serviu”, Wellington devolveu a crítica e cobrou que Pivetta identifique os alvos de suas falas. “Para quem? Para o Flávio Bolsonaro, que é senador? Para o Jayme Campos, que é senador? Para todos os senadores? Ele tem que apontar”.

As declaraçõs de Pivetta ocorreram durante evento em Sinop, na última quarta-feira (22), quando disse que o governo estadual “não faz negócios, nem com senador” e que há prefeituras do interior onde ocorreriam negociações envolvendo grandes volumes de emendas parlamentares. Dias depois, ao ser cobrado sobre nomes, o governador afirmou que caberia à imprensa investigar os envolvidos.

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