A Polícia Civil de Mato Grosso investiga se o celular da advogada Viviane de Souza Fidelis, encontrada morta em seu apartamento em Cuiabá, no dia 18 de setembro, foi manipulado indevidamente antes de ser submetido à perícia oficial. O foco do inquérito é apurar se mensagens ou áudios trocados entre a vítima e o ex-namorado teriam sido apagados ou alterados antes da chegada das equipes periciais.
Segundo informações do inquérito, a análise técnica do aparelho busca identificar eventuais acessos, alterações ou exclusões de dados que possam ajudar a esclarecer a dinâmica dos fatos e o conteúdo das comunicações mantidas nas horas que antecederam a morte.
O material contido no celular é considerado essencial para a compreensão do contexto emocional da vítima, podendo fornecer pistas sobre o relacionamento, a rotina e os acontecimentos que envolveram os últimos dias de Viviane Fidelis.
A Polícia Civil ainda não divulgou detalhes sobre possíveis suspeitos ou prazos para conclusão da perícia, mas reforçou que a investigação segue em caráter sigiloso para garantir a integridade dos dados e o andamento do caso.
Especialistas em investigação digital ressaltam que o apagar de mensagens ou o acesso não autorizado a celulares pode prejudicar significativamente o trabalho da perícia, dificultando a reconstrução dos fatos e das comunicações da vítima.
O caso segue sendo acompanhado de perto pela população e pela imprensa local, dada a repercussão do crime em Cuiabá.





























