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CPI do Consórcio se debruça sobre julgamento de recursos

A CPI do Consórcio está finalizando a fase dois com oitivas de diretores da Agereg

CPI recebe denúncias. (Madu Livramento, Midiamax)

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A CPI do Consórcio Guaicurus, que investiga a prestação do serviço de transporte coletivo precário em , se debruça sobre a análise e julgamento de recursos e auditoria contábil da Agereg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos) com duas oitivas na tarde desta quarta-feira (28).

As últimas oitivas deste mês acontecem com o diretor da Procuradoria Jurídica e presidente da Junta Análise e Julgamentos de Recursos da Agereg, Rodrigo Koei Marques Inoye, às 13h, e o Diretor de Fiscalização e Auditoria Contábil da Agereg, José Corsine da Silva, às 15h.

Além disso, a segunda fase da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Consórcio Guaicurus irá terminar em 2 de junho.

Nesta data, às 13h, será ouvido o Diretor de Estudos Econômico-financeiros da Agereg, Luciano Assis Silva. A última oitiva desta fase será às 15h, também com o Diretor de Estudos Econômico-financeiros da Agereg, Renato Assis Coutinho.

O presidente da CPI, vereador Dr. Lívio (União), informou que no dia 4 de junho os membros da comissão se reúnem para organizar a próxima etapa. Entretanto, ela acontece a portas fechadas.

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Próximos alvos: diretores do Consórcio Guaicurus

Assim, a fase 3 da CPI iniciará em 9 de junho com diretores e ex-diretores do Consórcio Guaicurus. Nesta etapa, estão previstas oitivas com gestores e responsáveis pelo grupo de empresas para verificar a execução do contrato e a aplicação dos recursos públicos.

A intenção é investigar o Consórcio Guaicurus ouvindo diretores, sócios, gestores e analisando documentos para entender a aplicação dos recursos públicos. Além disso, também estão previstas vistorias nos ônibus, constatações in loco e auditoria nas tarifas.

Estão previstas cinco fases para a CPI do Ônibus. Após ouvir dirigentes do grupo de empresas (fase 3), o colegiado ainda irá ouvir a população e trabalhadores (fase 4). O relatório final fica para a fase 5. A previsão para a conclusão dos trabalhos é 17 de julho.

As cinco fases são para análise de documentos, diagnóstico inicial sobre o caso, oitivas iniciais, investigação sobre as empresas do Consórcio, conversa com a população e a elaboração do relatório final. Assim, o documento poderá terminar nas mãos da Justiça de MS.

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