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Max Russi determina afastamento de procurador da ALMT suspeito de matar morador de rua, em Cuiabá

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), afirmou nesta quinta-feira (10), que todas as medidas cabíveis serão tomadas em relação ao procurador da Casa, Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva, acusado de matar o morador de rua Ney Muller Alves Pereira, de 42 anos, nas proximidades da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.

O crime ocorreu na noite de quarta-feira (9). A vítima foi baleada no rosto e morreu na calçada da Avenida Edgar Vieira, uma das mais movimentadas do bairro Boa Esperança. Imagens e relatos apontam que o autor dos disparos estava em uma caminhonete Land Rover preta. Após o tiro, o veículo deixou o local em alta velocidade.

Luiz Eduardo, servidor efetivo da ALMT desde 2015, se apresentou à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no início da tarde de quinta-feira (10), acompanhado de advogado. Ele foi interrogado e permanece à disposição da Justiça. A motivação do crime ainda é desconhecida.

Em declaração à imprensa, Max Russi lamentou a morte de Ney Muller e defendeu rigor nas apurações. “Vamos tomar todas as providências. Não podemos aceitar isso. É uma vida que foi tirada, independente de onde a pessoa estava ou quem ela era. Vamos ouvir a versão do acusado, mas posso garantir que todas as medidas serão tomadas”, declarou o parlamentar.

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A primeira medida foi o afastamento imediato de Luiz Eduardo de suas funções na Procuradoria da Assembleia. De acordo com o Portal da Transparência da ALMT, ele ocupa o cargo de procurador, lotado na Subprocuradoria-Geral de Gestão de Pessoas, com salário bruto de R$ 54.829,42.

O caso
Testemunhas afirmaram que o morador de rua foi chamado por alguém dentro da Land Rover. Ao se aproximar do veículo, foi baleado no rosto, sem qualquer chance de defesa. Ele morreu na hora.

A Polícia Civil e a Perícia Oficial (Politec) estiveram no local para realizar os procedimentos de praxe. O caso é tratado como homicídio doloso.

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