A recente operação policial realizada em quatro cidades brasileiras, que teve como alvo o Instituto Brasil Cooperado (IBC) e o consultor Maurício Coelho, gerou uma forte reação na classe médica de Cuiabá. Em um posicionamento contundente compartilhado em grupos de comunicação da Unimed, o Dr. Wagner Malheiros manifestou sua preocupação.
Aparato Desproporcional e “Espetacularização”
Para Malheiros, a mobilização de agentes policiais apenas para a entrega de mandados e registros fotográficos pareceu excessiva. Ele define o episódio como um “aparato desproporcional”, sugerindo que o objetivo da operação foi mais visual do que investigativo.
“Mobilizar a estrutura policial para uma simples entrega de mandados parece ter um objetivo mais visual do que investigativo”, afirmou o médico em sua mensagem.
O Papel do IBC na Transparência
O ponto central da defesa de Malheiros reside na importância das informações trazidas pelo IBC. Segundo o médico, independentemente de inclinações políticas, foi por meio do trabalho de Maurício Coelho que os cooperados tiveram acesso à real situação das contas da cooperativa — dados que, em sua visão, poderiam nunca ter vindo a público sem essa intervenção.
Intimidação e o Futuro da Cooperativa
A matéria destaca o questionamento de Malheiros sobre a real motivação das medidas pesadas contra o IBC. O médico levanta a hipótese de que as denúncias feitas por Maurício Coelho estariam “incomodando o poder estabelecido”, tornando-o um alvo por ameaçar a continuidade de uma gestão que evita o escrutínio.
O desabafo termina com um alerta aos demais médicos:
- Solidariedade: O médico convoca a união da classe contra o que chama de “peso intimidando quem questiona”.
- Risco à Transparência: Segundo ele, se o sistema silenciar as vozes críticas hoje, “amanhã o alvo pode ser qualquer um que ouse pedir transparência”.





























