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OPERAÇÃO SISAMNES

Advogada mato-grossense nega envolvimento em venda de sentenças e acusa PF e imprensa de divulgar informações falsas

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A advogada Mirian Ribeiro, de Mato Grosso, rebateu nesta segunda-feira (11) as acusações que a colocam entre os investigados na Operação Sisamnes, da Polícia Federal (PF). A operação apura um suposto esquema de corrupção e venda de sentenças em tribunais superiores e estaduais. Em nota, Mirian afirmou que as informações divulgadas pela PF e pela imprensa são “inverídicas” e que jamais integrou qualquer estrutura criminosa.

Casada com o lobista Andreson Oliveira Gonçalves, apontado como um dos articuladores do grupo e atualmente em prisão domiciliar, Mirian declarou que foi citada de forma “sensacionalista e irresponsável” por uma reportagem da Revista Piauí. Segundo a publicação, ela teria influência em gabinetes do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que a advogada nega veementemente. “Repudio as informações publicadas, que atentam contra minha honra e minha trajetória profissional, construída com ética e seriedade desde 2002”, afirmou.

Deflagrada em novembro de 2024, a Operação Sisamnes teve início após o assassinato do advogado Roberto Zampieri, em Cuiabá. As investigações apontam trocas de mensagens entre magistrados e intermediários, sugerindo negociação de decisões judiciais. O caso levou ao afastamento de desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e se estendeu a gabinetes do STJ, onde servidores foram suspensos por suspeita de envolvimento.

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Mirian Ribeiro reforçou que não é alvo de nenhuma ação judicial e que não há qualquer denúncia formal contra ela. A advogada acusa a reportagem de violar o sigilo da investigação e sua privacidade. “Confio na Justiça e na verdade. Tenho certeza de que meu nome será limpo de qualquer acusação infundada”, finalizou.

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