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ASQUEROSO

Menina grava pastor se masturbando na porta do quarto dela

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Um pastor evangélico de 63 anos é investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra uma menina, de 12 anos, em Amparo (SP). De acordo com o boletim de ocorrência, José de Jesus prestava serviços de pintura quando a vítima o gravou se masturbando na porta do quarto dela.

O boletim de ocorrência foi registrado em 12 de dezembro do ano passado e o caso teria ocorrido três dias antes do registro. A EPTV, afiliada da TV Globo, teve acesso às imagens nesta terça-feira (20). Momentos depois, ainda segundo a denúncia, o suspeito avançou fisicamente e apertou as nádegas da criança.

A Polícia Civil pediu a prisão preventiva do suspeito, que foi ratificada pelo Ministério Público. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), no entanto, negou e estabeleceu medidas cautelares, segundo o advogado Carlos Becalete, que representa a família da adolescente.

Becalete afirmou que a Justiça concedeu medidas protetivas à família, como distanciamento e a proibição de contato. A produção da EPTV, afiliada da TV Globo, contatou a igreja onde o suspeito atua para pedir um posicionamento ou encontrá-lo, mas ainda não teve retorno.

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Vítima fingiu estar jogando no celular para gravar

Na cena registrada pela criança, o pastor aparece na porta do quarto dela, com parte do corpo atrás da parede. Segundo o relato, neste momento ele estava se masturbando enquanto a observava. A menina fingiu estar jogando no celular para fazer o registro. Ela contou à família que, em seguida, depois que parou de gravar, José teria proferido palavras de cunho sexual, a chamando de “gostosinha”, e avançou fisicamente.

O suspeitou teria retirado a coberta e apalpado as nádegas da menina, conforme o depoimento dela.

Pastor era ‘pessoa de confiança’

O advogado da família relatou à EPTV que o pastor foi contratado para fazer o serviço porque era considerado “uma pessoa de confiança” da família. Ele destaca que o homem está solto e continua trabalhando normalmente. A reportagem questionou o TJ-SP sobre o motivo pelo qual a prisão preventiva foi negada, mas o órgão informou que não poderá responder devido à natureza da ocorrência e por envolver pessoa menor de idade.

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