Em nota, divulgada pela assessoria, Camila alega que esbarrou em Nikolas, que acabou indo ao chão. “A deputada, com 1,60 metro de altura, 49 quilos e em tratamento contra um câncer, foi injustamente acusada de ter nocauteado o parlamentar com um soco”, diz parte da nota.
Camila diz ainda que reagiu ao empurra-empurra da mesma forma que qualquer mulher reagiria em um tumulto, quando um homem a pressiona contra a multidão.
“Não houve soco ou qualquer outro ato de violência deliberada, como alardeado nas redes sociais por publicações direcionadas. O resultado dessa campanha de perseguição foram centenas de comentários ofensivos e ameaças à integridade física e até mesmo à vida da deputada Camila Jara”, afirma a assessoria.
Nesta quinta-feira, a assessoria acionou a Polícia Legislativa para garantir a segurança da parlamentar. A escolta policial também será solicitada em Mato Grosso do Sul para garantir a segurança das atividades parlamentares no estado.
“A deputada Camila Jara reforça que não será intimidada pelo ódio dos que desrespeitam a democracia. A coragem e o diálogo são marcas do trabalho da parlamentar, que jamais se acovardará diante das injustiça”, concluiu.


























