A personal trainer identificada como N.B.C. registrou boletim de ocorrência na 1ª Delegacia de Cuiabá após ter o nome envolvido em uma denúncia de suposta perseguição dentro do Shopping Estação. Ela nega qualquer participação no caso e afirma ser vítima de calúnia e difamação.
Segundo a profissional, a acusação de que teria monitorado uma empresária a mando do ex-companheiro dela não condiz com a realidade. Em nota, a personal sustenta que possui provas de que estava trabalhando normalmente no dia e horário apontados. “Esse fato é integralmente comprovável por registros internos e pelas câmeras de segurança do local”, declarou.
Ela também afirma não ter vínculo com o engenheiro citado como suposto mandante. De acordo com a versão apresentada, o contato entre eles seria superficial, restrito às redes sociais. Já a relação com a empresária teria ocorrido anos atrás, entre 2021 e 2022, quando a mulher foi sua aluna.
A denúncia original aponta que a personal teria seguido e filmado a empresária dentro do shopping, repassando informações em tempo real ao ex-companheiro da vítima. O homem é alvo de medida protetiva, o que agravaria a situação em caso de comprovação.
A profissional, no entanto, rebate a acusação e garante que nunca perseguiu, filmou ou manteve contato com os envolvidos. Ela afirma que a exposição do seu nome em reportagens tem causado prejuízos à sua imagem e à sua atividade profissional.
De acordo com a defesa, N.B.C. atua fixamente em uma academia dentro do shopping, onde atende cerca de 14 alunos por dia. Nos intervalos entre os atendimentos, é comum circular pelas áreas comuns do local, o que, segundo ela, pode ter gerado interpretações equivocadas.
O caso veio à tona após a empresária relatar à polícia que teria sido seguida no dia 24 de março, enquanto estava no shopping com o atual namorado. Ela afirma que se sentiu monitorada, mesmo contando com medida protetiva contra o ex.
Ainda conforme a denúncia, o ex-companheiro teria recebido informações em tempo real sobre a rotina da vítima, o que levantou a suspeita de uso de terceiros para descumprir a ordem judicial.
Diante da gravidade, a defesa da empresária solicitou medidas cautelares contra a personal, incluindo restrição de contato e eventual monitoramento eletrônico. O caso segue sob investigação.




























