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Operação Fluxo Oculto

Operação bloqueou mais de R$ 4 milhões da organização

Modelo estava foragida (Redes sociais)

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Os alvos da Operação Fluxo Oculto, deflagrada nesta terça-feira (30), teriam ligação com a modelo Francielly de Paiva, que foi extraditada em setembro de Portugal. Ela é apontada como braço financeiro da organização. Operação bloqueou mais de R$ 4 milhões da organização.

Em Campo Grande, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, por policiais do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) em apoio à Polícia Civil de Goiás, corporação que deflagrou a operação nesta terça (30).

Francielly é acusada de movimentar mais de R$ 30 milhões para a organização ADE (Amigos do Estado). A modelo estava foragida havia seis meses quando foi extraditada. Nas redes sociais, ela ostentava uma vida de luxo, com passeios e viagens.

A modelo estava com mandado em aberto desde 2024, no âmbito da Operação Portokali. São cumpridos mandados em Chapadão do Sul e . Além de  e Goiás, a operação é deflagrada no Rio de Janeiro e no Paraná, com o cumprimento de 10 mandados de prisão temporária e outros 23 de busca e apreensão domiciliar.

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Entre os crimes investigados na operação desta terça-feira (30), estão: tráfico de drogas, associação criminosa, lavagem de capitais, furto qualificado mediante fraude eletrônica e estelionato.

Investigações

De acordo com a Polícia Civil, a investigação começou com interceptações telefônicas, quebras telemáticas e bancárias de um varejista do tráfico de drogas em Mineiros, Goiás. Depois, os policiais mapearam conexões financeiras e logísticas que ligavam os alvos locais a fornecedores em  e Goiânia.

Durante as investigações, uma mulher foi apontada como participante da organização criminosa, responsável por movimentar cerca de R$ 30 milhões. Ela é investigada pelo Dracco (Departamento de Repressão a Corrupção e ao Crime Organizado) e pela PF (Polícia Federal) e foi presa recentemente no exterior e extraditada ao Brasil.

Ainda conforme a corporação, a operação estava planejada para ocorrer em aproximadamente um mês, mas foi antecipada após decisão da Justiça, que determinou a indisponibilidade de valores. Os principais alvos teriam tomado ciência da apuração e adotado medidas de defesa.

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