O governador Mauro Mendes mais uma vez protagoniza um desastre com dinheiro público: gastou quase R$ 10 milhões em uma obra que já nasce fracassada, com um projeto técnico completamente equivocado. A intervenção na região do Portão do Inferno, na Rodovia Emanuel Pinheiro, além de causar impactos ambientais gravíssimos, tornou-se símbolo do desperdício, da falta de planejamento e da arrogância de um governo que prefere agir na pressa e no improviso, ignorando estudos sérios e a complexidade do terreno.
Com mais problemas, o contrato com a empresa Lotufo Engenharia representa não só um rombo nos cofres públicos, mas um desrespeito com a população que esperava uma solução definitiva para os riscos na estrada. O projeto inicial — vendido com pompa pelo governo — revelou-se tecnicamente inviável, gerando paralisações e revolta da população. Mendes ignora alertas de especialistas, transforma a Chapada em canteiro de erros e insiste em maquiar a realidade com propaganda. Enquanto isso, o povo paga — com impostos e com a insegurança na estrada.


































