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suspeito de integrar célula do PCC

Justiça mantém prisão de grupo suspeito de integrar célula do PCC

A droga, segundo a Polícia Civil, seria distribuída para outros estados, especialmente São Paulo - Crédito: Osvaldo Duarte/Dourados News

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A Justiça converteu em preventiva a prisão dos quatro homens detidos durante uma operação policial que resultou na apreensão de quase 600 quilos de maconha em uma chácara no Distrito Industrial de Dourados. A decisão foi proferida nesta quinta-feira (22), durante audiência de custódia presidida pelo juiz Ricardo da Mata Reis.

Bruno Laurentino da Silva, Diogo Ifran Vargas, Hemerson Marcos Cosine, conhecido como “Calunga”, e Valter Nunes do Nascimento foram presos em flagrante na última terça-feira (20) sob suspeita de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Segundo a investigação, eles integram uma célula da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Durante a audiência, o juiz entendeu que havia indícios suficientes de autoria e materialidade, além de gravidade concreta dos fatos, para justificar a prisão preventiva. Um dos argumentos utilizados foi a quantidade expressiva de droga encontrada, cerca de 577 quilos, armazenada em uma câmara fria na chácara.

A droga, segundo a Polícia Civil, seria distribuída para outros estados, especialmente São Paulo.

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A decisão também destacou a destruição do aparelho celular por parte de Diogo no momento da abordagem policial, numa tentativa de obstruir a investigação.

A Justiça determinou, ainda, a quebra do sigilo de dados telefônicos dos celulares apreendidos com os suspeitos.

Outro ponto da decisão foi a ordem para que a direção da unidade prisional providencie tratamento médico para Diogo, que é portador de bronquite asmática e faz uso contínuo de medicamentos.

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