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A sigla foi governo em 92,46% das votações

A sigla foi governo em 92,46% das votações na Câmara, mas ameaça se tornar independente

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O PDT ameaça deixar a base nacional do governo federal após a saída de Carlos Lupi do ministério da Previdência, devido aos escândalos de desvios ilegais no INSS. O partido tem sido bastante fiel e foi governo em 92,46% das votações na Câmara, mas ameaça se tornar independente.

O PDT ficou descontente com a forma como Lupi, que é o presidente nacional do partido, foi tratado. A condução do caso foi classificada como ruim pelo líder do partido na Câmara, deputado Mário Heringer (MG).

O ex-ministro saiu dizendo que seu nome não apareceu nas investigações da PF (Polícia Federal). O argumento foi repetido em vários momentos por Lupi, inclusive nos mais delicados. Ele usou a informação durante sessão da Câmara que discutiu o escândalo no INSS.

Uma atitude de Lula desagradou o PDT. A operação da PF provocou a demissão de Alessandro Stefanutto, escolhido por Lupi para comandar o INSS. O presidente da República indicou o sucessor sem consultar o ex-ministro. A situação foi entendida como sinalização de falta de apoio a Lupi.

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A indicação de Lula para ocupar o cargo foi Wolney Queiroz, do PDT, número 2 de Lupi na pasta.

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