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Avanços para técnicos-administrativos devem ser consolidados em lei, defende Gomide

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Ao dar início à audiência pública desta sexta-feira, 25, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Antônio Gomide (PT), abordou os objetivos e expectativas para os avanços na instituição.

O parlamentar ressaltou que a criação do Plano de Cargos e Remuneração (PCR) dos servidores técnicos-administrativos da universidade representa uma luta para somar, por meio da legislação, e proporcionar autonomia financeira, administrativa e liberdade, democracia dentro da UEG. “Esse é um momento histórico”, celebrou.

Conquista de direitos

Gomide lembrou os trâmites na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para a aprovação do PCR dos professores da UEG e correlacionou os esforços atuais, agora para os quase 650 técnicos-administrativos. “É o que fizemos no ano passado com o plano de carreira dos professores. Unir os interesses da comunidade acadêmica, o estudo do plano de carreira, com as exigências para que o governo encaminhe, como lei, para vigorar e valorizar os professores. Agora é a vez dos técnicos-administrativos da UEG.”

O petista ressaltou que não se trata de discutir a importância do plano de carreira em discussão, fundamental para a UEG. Na visão dele, a audiência é para avançar nas negociações com o governo estadual para concretizar essa demanda em lei.

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“É entendermos que estamos dando mais um passo para convencer o governo, o governador Ronaldo Caiado (UB), para que possam enviar, o mais rápido possível, o projeto de lei para aprovação na Alego. Isso é o mais importante. Escrever aquilo que queremos enquanto direito para termos garantias, seguros pela lei”, apontou o deputado.

Nas construções com a Governadoria, Antônio Gomide reforçou a importância de um bom diálogo para uma lei efetivamente representativa dos anseios da classe. “Não tem sentido travarmos uma batalha e termos uma lei que não nos favorece, aprovar algo que não queremos”, argumentou.

O parlamentar enalteceu a representatividade da UEG perante a sociedade e presente em grande número na Alego. “Quando os técnicos-administrativos são chamados, quando a UEG é chamada, ela se faz presente, como hoje. Por isso precisamos de leis fortes, que sejam cumpridas”, defendeu.

Interior

Outro ponto trazido pelo deputado foram os impactos diretos advindos da construção e aprovação do plano de carreiras dos professores da universidade. De acordo com Gomide, a valorização da carreira dos docentes proporcionou uma expansão do quadro para as unidades do interior.

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“Agora temos dedicação exclusiva, antes os professores com pós-doutorados recebiam como especialistas. Agora, com o plano de carreira, estão recebendo seus R$15 mil, e vão para Porangatu, São Miguel – agora eles vão. É isso que queremos com os técnicos-administrativos. Queremos uma lei que garanta o direito a uma carreira”, explicou.

Por fim, Gomide reafirmou o compromisso no avanço da minuta do plano de carreira, já discutida internamente e aprovada junto ao conselho da UEG, a ser aprovada perante o governo estadual. “Estamos no caminho certo. Essa audiência pública nos dá condição para nos fortalecer, dar mais um passo para trazer esse projeto da Secretaria de Governo para a Assembleia Legislativa”, concluiu.

Fonte: Assembleia Legislativa de GO

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