A gestão do prefeito Abilio Brunini mergulhou em uma crise sem precedentes na Educação de Cuiabá após a abertura de uma auditoria urgente determinada pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). A investigação foi motivada por uma denúncia bombástica do ex-secretário da pasta, Amauri Monge, que acusa diretamente o prefeito de reter criminosamente mais de R$ 100 milhões destinados às escolas municipais. Embora o município tente maquiar os dados cumprindo formalmente o índice constitucional de 25% de investimento, o dinheiro vivo simplesmente desapareceu dos repasses efetivos, gerando um rombo desastroso na rede pública e empurrando dívidas milionárias para os anos seguintes.
Para piorar o cenário de caos administrativo, fiscalizações presenciais do TCE revelaram o que o presidente do órgão, Sérgio Ricardo, classificou abertamente como fraude e crime de improbidade: milhares de livros didáticos inúteis, cheios de erros grosseiros e sem qualquer utilidade pedagógica, estocados enquanto alunos recebiam notas falsas em boletins de disciplinas que sequer tiveram aulas. Diante do sumiço dos R$ 100 milhões e dos indícios de contratos fraudulentos que podem dilapidar até R$ 159 milhões dos cofres públicos, o prefeito Abilio Brunini e seu atual secretário foram oficialmente notificados pelo conselheiro-relator Waldir Teis para darem explicações imediatas, mas o silêncio e a falta de respostas concretas da prefeitura continuam a assombrar a população cuiabana.

























