Pesquisar
Close this search box.

Canetas emagrecedoras escondidas em potes de creme e ervas de tereré são apreendidas nos Correios de MS

publicidade

Uma operação de fiscalização no Centro de Triagem e Distribuição dos Correios, no bairro Amambaí, em Campo Grande, apreendeu mais de 2 mil unidades de medicamentos irregulares. A ação recebeu o nome de Operação Visa Protege e ocorreu entre segunda-feira (2) e quarta-feira (4).

Entre os produtos apreendidos estavam emagrecedores, esteroides anabolizantes, ampolas, medicamentos tarja preta e canetas injetáveis para emagrecimento. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), ao todo foram recolhidas 2.071 unidades.

Os medicamentos eram de origem paraguaia e não tinham registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou eram vendidos sem nota fiscal.

Para tentar driblar a fiscalização, os produtos eram enviados de forma clandestina, escondidos em encomendas postais e misturados a objetos de uso comum.

Produtos escondidos em objetos do dia a dia
Os fiscais encontraram os medicamentos ocultos em diferentes tipos de embalagens, como:

As encomendas suspeitas foram identificadas durante a inspeção por raio-X no fluxo postal. Após a verificação, a Gerência de Segurança Empresarial dos Correios reteve os volumes por irregularidades sanitárias e por condições inadequadas de transporte e armazenamento.

Leia Também:  DF tem menor número de homicídios em 11 anos e se destaca como um dos lugares mais seguros do Brasil

Parte dos medicamentos apreendidos precisava ser mantida sob refrigeração, entre 2ºC e 8ºC, o que não foi respeitado, segundo a SES.

A SES alerta que a venda e o envio de medicamentos sem registro, autorização ou comprovação de origem representam risco à saúde pública. Sem controle sanitário, esses produtos podem ter composição desconhecida, não funcionar corretamente e causar reações adversas, intoxicações e outros problemas de saúde.

A operação foi coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e contou com a participação da Vigilância Sanitária Estadual, da Anvisa, da Coordenação de Vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos e Fronteiras de Mato Grosso do Sul (CVPAF-MS), do Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul (CRF/MS) e dos Correios.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade