Um novo edital, mas com enredo repetido. A Embratur abriu uma licitação avaliada em R$ 30 milhões para serviços de comunicação digital, mas o processo já desperta questionamentos e murmúrios sobre interferências políticas e possíveis direcionamentos.
Nos bastidores, circula a informação de que a agência Usina Digital, com ligações políticas em Salvador (BA), seria a favorita antes mesmo da abertura oficial dos envelopes. O episódio reacende o debate sobre a transparência e lisura nas contratações públicas dentro da autarquia responsável pela promoção do turismo brasileiro.
O certame surge após o cancelamento da licitação digital da Presidência da República pelo Tribunal de Contas da União (TCU) decisão que interrompeu um processo considerado controverso e abriu espaço para novas disputas no setor.
Agora, a Embratur repete a história: mudam os nomes, mas o roteiro parece o mesmo. Nos corredores da Esplanada, a sensação é de que o jogo de bastidores continua determinando quem leva as cifras milionárias da publicidade oficial


























