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DECISÃO

PF estima propina de R$ 15,6 milhões em aportes do Rioprevidência no Master

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A Polícia Federal estimou em R$ 15,6 milhões a suposta propina paga em razão dos aportes do Rioprevidência em produtos do Banco Master. O cálculo considera uma comissão de 0,6% sobre o valor total investido pelo fundo de pensão do estado do Rio de Janeiro.

A informação aparece em decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, no âmbito da Operação Compliance Zero. Segundo as investigações, os pagamentos teriam passado pela empresa Mídias Promotora SA, apontada como intermediária ligada ao lobista Ricardo Siqueira Rodrigues.

A apuração também cita a Planner Corretora, que teria vendido R$ 510 milhões em letras financeiras do Master ao Rioprevidência. A corretora foi fundada por Maurício Quadrado, ex-sócio de Daniel Vorcaro e do Banco Master.

Tanto a Mídias quanto a Planner foram alvos de busca e apreensão na nova fase da operação, deflagrada nesta terça-feira. A etapa também mirou o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro.

Na decisão, Mendonça cita uma mensagem em que Ricardo Rodrigues agradece a Vorcaro pela estrutura disponibilizada e comemora o cumprimento da meta de captação de letras financeiras no Rioprevidência em 45 dias, apontou O GLOBO.

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