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RACHA NO UNIÃO

Jayme se emociona e garante; ‘ninguém tira Jayme Campos do páreo’

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária semipresencial destinada à deliberação de medidas provisórias. Na ordem do dia, a MP 1.109/2022 que institui relações trabalhistas alternativas e o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Entre as possibilidades estabelecidas no texto estão o teletrabalho; a antecipação de férias individuais; a concessão de férias coletivas; o aproveitamento e a antecipação de feriados; o banco de horas; e a suspensão da exigibilidade dos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Também na pauta, a MP 1.112/2022, que cria o Programa de Aumento da Produtividade da Frota Rodoviária (Renovar), voltado para renovação de frota de ônibus e caminhões. Em discurso, à tribuna, senador Jayme Campos (União-MT). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

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O senador Jayme Campos (União) se emocionou, nesta quarta-feira (1º), ao falar sobre o projeto de pré-candidatura ao governo do Estado na eleição deste ano. O parlamentar vem enfrentando resistência do grupo ligado ao ex-governador Mauro Mendes (União), que pressiona para que o partido apoie o nome do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à sucessão do cargo.

“Eu não admito ninguém vir dizer A, B, C [sobre a pré-candidatura]. Eu sou um homem honrado, tenho quarenta e tantos anos de vida pública, não tenho um escândalo na minha camisa. Eu faço política porque gosto de fazer política, respeito o cidadão desse estado. Agora, não é meia dúzia de cidadãos que vai querer assombrar Jayme Campos, eu sou um homem que tem coragem suficiente para fazer qualquer enfrentamento”, disse aos jornalistas.

A falta de consenso em torno do projeto de Jayme fez com que a direção do partido deixasse a definição sobre o tema para a convenção. Aliados do senador, contudo, afirmam ter a maioria dos membros votantes ao seu lado e não descarta pedir intervenção da executiva nacional para assegurarem a candidatura própria.

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O parlamentar afirmou aos jornalistas que só recuaria do projeto se Deus pedisse ou se o pai ou o filho ressuscitassem e cobrassem isso dele.

“Só abrirei mão, e volto a repetir para vocês aqui, primeiro Deus, se Ele pedir para mim, se meu pai ressuscitar e meu filho querido, Jayminho. Caso contrário, não abro mão para ninguém”, afirmou.

“E você escreve aí: ninguém tira Jayme Campos do páreo, ou seja da pré-candidatura. Só Deus, meu pai e meu filho. Caso contrário, esquece”, acrescentou.

Jayme disse, ainda, que não teme enfrentamento político e que, desde que o filho morreu, perdeu o medo e que não é qualquer um que vai impedir a sua candidatura.

“Vou disputar a eleição e, é bom que se esclareça, vou ganhar a eleição com o apoio do povo de Mato Grosso. Sobretudo, como eu disse, daqueles que querem um governador que seja humano, que respeita a classe mais humilde, o trabalhador, o cidadão desse estado que com certeza gera riqueza e acima de tudo faz a grandeza de Mato Grosso”, disse.

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