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CONTRASTE SOCIAL

Enquanto ministra Marina Silva saboreia camarão, 60 mil acreanos passam fome; veja pesquisa

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Enquanto a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, discursa sobre sustentabilidade, igualdade e futuro verde, 60 mil pessoas lutam contra a fome no Acre, o estado que ela representa.

O dado é do IBGE, divulgado na última sexta-feira (10), e mostra que a fome aumentou no estado em 2024. São 7 mil pessoas a mais vivendo em lares com insegurança alimentar grave — ou seja, onde falta comida todos os dias, inclusive para crianças.

Enquanto em Brasília a mesa é farta, com salmão, camarão e discursos sobre “justiça social”, no Acre o prato está vazio. O povo acreano, que acreditou em promessas de um país mais igual, hoje enfrenta a dura realidade da miséria.

O levantamento mostra que 17 mil famílias vivem em situação de fome extrema. E, embora o número de pessoas em insegurança alimentar leve e moderada tenha caído, a pobreza profunda persiste, atingindo os mais esquecidos da floresta.

É o retrato de um Brasil que fala de transição ecológica, mas não garante o básico: comida no prato e dignidade ao povo. O Acre, símbolo da luta ambiental, agora é símbolo da desigualdade.

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Será que o governo Lula e a ministra Marina sabem o que acontece com seu próprio povo? Ou a fome do Norte ficou fora da agenda ministerial?

Porque enquanto o povo acreano passa fome, os discursos seguem fartos — e o prato do Brasil, cada vez mais vazio.

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