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INVESTIGAÇÃO

Wellington vê ‘teia do Master’ em MT e pede que CPI quebre sigilo de envolvidos

CPI do Crime Organizado (CPICRIME) realiza oitiva do ex-governador de Mato Grosso. A CPI apura suspeitas de lavagem de dinheiro e uso do comércio de joias para movimentar recursos de facções, além de avaliar a eficácia das políticas públicas de combate à lavagem de dinheiro no País. A finalidade da comissão é apurar a atuação, expansão e o funcionamento de organizações criminosas no território brasileiro, em especial de facções e milícias, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor. Bancada: senador Wellington Fagundes (PL-MT) - em pronunciamento. Foto: Pedro França/Agência Senado

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O senador Wellington Fagundes (PL) defendeu que a CPI do Crime Organizado quebre o sigilo dos envolvidos nas denúncias de conexões de empresas e fundos ligados ao Banco Master com atuação junto ao Governo de Mato Grosso.

As declarações foram feitas durante audiência da CPI que ouviu o ex-governador Pedro Taques (PSB), advogado de sindicatos e da federação de sindicatos dos servidores do estado.

O senador defendeu a quebra de sigilo dos envolvidos como medida essencial para o avanço das investigações.

“Não tem outra forma que não seja a quebra de sigilo, para que a gente possa dar satisfação e mostrar a verdade, doa a quem doer.”

Fagundes viu nas denúncias de Taques uma teia de operações ligadas ao Banco Master que precisa ser investigada.

“Tudo isso parece uma teia ligada a esse esquema do Banco Master”, destacou o parlamentar.

Wellington, todavia, pregou cautela e apuração das denúncias apresentadas por Taques já que ele é pré-candidato ao Senado Federal. “Isso não pode ficar na falácia, isso tem que ser esclarecido”, ponderou.

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