O senador Wellington Fagundes (PL) defendeu que a CPI do Crime Organizado quebre o sigilo dos envolvidos nas denúncias de conexões de empresas e fundos ligados ao Banco Master com atuação junto ao Governo de Mato Grosso.
As declarações foram feitas durante audiência da CPI que ouviu o ex-governador Pedro Taques (PSB), advogado de sindicatos e da federação de sindicatos dos servidores do estado.
O senador defendeu a quebra de sigilo dos envolvidos como medida essencial para o avanço das investigações.
“Não tem outra forma que não seja a quebra de sigilo, para que a gente possa dar satisfação e mostrar a verdade, doa a quem doer.”
Fagundes viu nas denúncias de Taques uma teia de operações ligadas ao Banco Master que precisa ser investigada.
“Tudo isso parece uma teia ligada a esse esquema do Banco Master”, destacou o parlamentar.
Wellington, todavia, pregou cautela e apuração das denúncias apresentadas por Taques já que ele é pré-candidato ao Senado Federal. “Isso não pode ficar na falácia, isso tem que ser esclarecido”, ponderou.


























