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REPRESENTANTE DAS MULHERES

Abaixo-assinado pede saída de Erika Hilton da presidência da Comissão da Mulher

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Um abaixo-assinado divulgado nas redes sociais pede a saída da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) da presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. O manifesto contesta a escolha da parlamentar para comandar o colegiado e solicita que líderes partidários reavaliem a decisão.

De acordo com o documento, os signatários manifestam “discordância” com a eleição da deputada para o cargo. O texto argumenta que a comissão deveria ser presidida por uma parlamentar com atuação voltada à defesa das mulheres a partir da distinção biológica de sexo.

O abaixo-assinado também afirma que a comissão foi criada para discutir pautas específicas relacionadas às mulheres, como saúde feminina, combate à violência doméstica e ampliação da representação política. Segundo os autores, esses temas deveriam ser a prioridade do colegiado.

Ainda conforme o manifesto, já existem no Congresso espaços institucionais dedicados a debates sobre pautas ligadas à população LGBTQIA+. Por isso, os organizadores defendem que a Comissão da Mulher permaneça focada nas demandas das mulheres “enquanto categoria biológica e social”.

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O documento reúne cerca de 126 mil assinaturas e foi criado por James Benson. No texto, ele afirma que a escolha da parlamentar para presidir o colegiado, em sua avaliação, “fere os direitos das mulheres”.

A eleição de Erika Hilton para o comando da comissão ocorreu durante a instalação do colegiado na Câmara para o ano legislativo de 2026. A deputada recebeu 11 votos, enquanto outros 10 parlamentares votaram em branco.

Após assumir o cargo, Hilton reagiu às críticas nas redes sociais e afirmou que continuará à frente da comissão. A parlamentar declarou que opositores podem “espernear” ou “latir”, mas que ela seguirá conduzindo os trabalhos voltados à defesa dos direitos das mulheres.

A escolha da deputada também provocou reações de setores da oposição e gerou debate político nas redes sociais e no Congresso Nacional.

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