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EXAGERO

Jayme diz que decisão sobre prisão de Bolsonaro tem “exagero” e chama suspeita de grampo de “quase surreal”

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O senador Jayme Campos (União Brasil) classificou como “exagerada” a decisão judicial que levou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à prisão após descumprimento das regras do uso da tornozeleira eletrônica. Para o senador, apesar da infração, a punição adotada pela Justiça foi “pesada”, especialmente considerando o estado de saúde de Bolsonaro.

Segundo Jayme, a hipótese de que o ex-presidente planejava uma fuga não se sustenta.
“Ele é ex-presidente da República, já teve várias oportunidades e nunca fez isso. Não acredito nessa possibilidade”, afirmou.

O parlamentar também insistiu que a medida se insere em um contexto de “desproporcionalidade” observado, segundo ele, desde as punições aplicadas após os atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

“A desumetria foi pesada. Condenar uma senhora que pintou uma estátua a 17 anos e 30 dias de prisão… esse não é o caminho”, criticou.

“Ambiente ruim para o Brasil”

Jayme Campos disse ainda que a crise institucional gerada em torno da prisão prejudica o momento político e econômico do país.

“O ambiente que criou é ruim para o Brasil, sobretudo neste momento em que estamos negociando com os Estados Unidos a questão do Tarifasso. Precisamos de paz e harmonia”, afirmou.

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Para o senador, é necessário evitar o “esgaçamento” institucional e buscar estabilidade.

Sobre a ação de Bolsonaro com a tornozeleira

O senador também comentou o vídeo divulgado pela imprensa sobre a suspeita de que Bolsonaro teria usado um ferro de solda para abrir a tornozeleira — supostamente por acreditar que o equipamento continha um grampo.

Jayme classificou o episódio como “quase surreal”, mas reforçou:

“Ele é um homem maduro, de 70 anos, já foi presidente, deputado, sabe perfeitamente o que estava fazendo.”

Eleições e urnas eletrônicas

Questionado sobre discursos que contestam o resultado das eleições e a confiabilidade das urnas, Jayme descartou qualquer irregularidade:

“As eleições foram democráticas. A mesma urna que elegeu Bolsonaro no passado elegeu Lula agora. O que bate em Chico, bate em Francisco.”

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