Treze modalidades do esporte paralímpico se destacam entre atletas brasileiros

Das disputas individuais em equipe, passando por competições de força à estratégia, diferentes modalidades têm garantido vitórias ao Brasil ao longo da história do esporte paralímpico

Foto: do portal Brasil.

Celebrar o Dia Nacional do Atleta Paralímpico no Brasil, data lembrada nesta sexta-feira (22), é oportunidade para destacar o empenho dos brasileiros que, a cada competição, alcançam mais pódios.

Nos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, nove atletas brasileiros bateram 11 recordes, mundiais e paralímpicos.

Saiba um pouco mais sobre o histórico das modalidades em que esses atletas deixaram suas marcas:

Atletismo

Foi em 1984 que o Brasil conquistou as primeiras medalhas na modalidade, em Nova York (EUA) e em Stoke Mandeville (Inglaterra). Naquele ano, o País faturou seis medalhas de ouro, 12 de prata e três de bronze.

Natação

A princípio, participavam das disputas apenas atletas com lesões medulares. Com o passar dos tempos, o esporte foi se estendendo a outras categorias de deficiências, tanto físicas quanto visuais e intelectuais.

Bocha

Considerado um jogo de estratégia, estreou nos Jogos Paralímpicos Nova York/Stoke Mandeville em 1984. Este é um dos esportes em que homens e mulheres competem juntos.

Futebol de 5

Praticado por atletas cegos, só entrou para o programa dos Jogos Paralímpicos em 2004 em Atenas. A modalidade é disputada em uma quadra que segue as medidas do futsal.

Judô

O judô para atletas cegos é praticado desde a década de 1970. Além das categorias por peso, os atletas são classificados de acordo com o grau da deficiência visual.

Tênis de Mesa

Faz parte dos Jogos Paralímpicos desde a primeira edição do evento, em Roma 1960. São 29 pódios, em torneios individuais e por equipes, disputados por cadeirantes, andantes e pessoas com deficiência intelectual.

Halterofilismo

É a única modalidade em que os atletas são categorizados por peso corporal, como no halterofilismo convencional. São eligíveis para competir atletas amputados, les autres com limitações mínimas, atletas das classes de paralisia cerebral e atletas das classes de lesões na medula espinhal.

Ciclismo de pista

Presente nos Jogos Paralímpicos desde Atlanta 1996, o ciclismo de pista combina velocidade e tática no velódromo, com eventos masculinos e femininos. Esta é a modalidade mais recente do ciclismo Paralímpico.

Canoagem

O esporte é praticado em canoa e caiaque. Os percursos são definidos por 18 a 25 balizas, também chamadas de portas. O canoísta deve percorrer sem faltas e no menor tempo possível.

Hipismo

Homens e mulheres se enfrentam em igualdade de condições no esporte que estreou nos Jogos Paralímpicos em Atlanta (1996). A pista deve ter algumas adaptações em relação à modalidade convencional.

Futebol de 7

O futebol de 7 é praticado por atletas com paralisia cerebral, decorrente de sequelas de traumatismo crânio-encefálico ou acidentes vasculares cerebrais. As regras foram adaptadas pela Associação Internacional de Esporte e Recreação para Paralisados Cerebrais (CP-ISRA).

Goalball

Disputado nos Jogos desde Toronto 1976, o esporte foi criado para os veteranos da Segunda Guerra Mundial que haviam perdido a visão. A estreia da seleção brasileira de goalball nos Jogos Paralímpicos foi em Pequim-2008.

Vôlei sentado

Quando entrou no programa paralímpico, dividia espaço com a modalidade disputada em pé. Podem competir no vôlei sentado jogadores amputados, paralisados cerebrais, lesionados na coluna vertebral e pessoas com outros tipos de deficiência locomotora.

As informações são do Portal Brasil e Comitê Paralímpico BrasileiroRede Nacional do Esporte e Agência Brasil.

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