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Política
Sexta-feira, 23 de Agosto de 2019, 09h:05

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Bolsonaro recebe Mauro e discute agronegócio e liberação do FEX

FOLHA MAX

REPRODUÇÃO

Atendendo pedido do deputado federal José Medeiros (Pode-MT), o presidente Jair Bolsonaro vai se reunir com o governador Mauro Mendes e a bancada federal de Mato Grosso no próximo dia 29 de agosto, às 8h30, no Palácio do Planalto. No encontro, será discutido a moratória da soja, a situação do agronegócio em Mato Grosso, a liberação dos recursos do FEX (Fundo Estadual de Auxílio à Exportação) e a inauguração da Universidade Federal de Rondonópolis.

“Vamos reunir com o presidente Bolsonaro para um café da manhã e apresentar as principais demandas de Mato Grosso. Além da não aprovação da moratória da soja produzida no Cerrado, vamos solicitar agilidade no processo de liberação dos recursos do FEX. Mato Grosso precisa desse recurso para equilibrar as contas públicas. O governador Mauro Mendes já confirmou participação na reunião, como também toda a bancada federal”, explicou Medeiros, que ocupa a vice-liderança do governo Bolsonaro na Câmara Federal.

 

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, também vai participar da reunião com o presidente da República.

Moratória

Medeiros lembrou que recentemente denunciou na tribuna da Câmara Federal a ação de organismos internacionais que estão procurando impedir a expansão da produção agrícola nacional e diminuir a competitividade do Brasil no mercado internacional com a criação da moratória da soja no Cerrado brasileiro. Segundo o deputado, a moratória da soja, que propõe não financiar ou comercializar soja produzida no Cerrado, não é uma ação para preservar o meio ambiente, mas sim para prejudicar Mato Grosso e o Brasil.

“Vamos levar ao presidente Bolsonaro a preocupação do setor produtivo de Mato Grosso com o movimento internacional para coibir o desenvolvimento da agricultura. Esse movimento vem travestido de moratória da soja. Eles estão dando milhões de dólares a tradings para que elas não comprem soja produzida no Cerrado brasileiro, em propriedades que estão legalizadas e que não cometem nenhuma irregularidade ambiental”.

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