Quarta-feira, 21 de Outubro de 2020

Polícia
Sábado, 17 de Outubro de 2020, 08h:04

LIDERANÇA DO CV

Esposa de Sandro Louco é detida com maconha em Cuiabá

Fonte: Midia News

Divulgação

A ação da Polícia Civil foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (16)

A esposa de Sandro da Silva Rabelo, o líder da organização criminosa Comando Vermelho, conhecido como “Sandro Louco”, foi presa na manhã desta sexta-feira (16) em uma operação deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) com apoio de equipes da Gerência de Combate ao Crimes Organizado (GCCO).

A ação da Polícia Civil era para cumprir três mandados de prisão expedidos pela 13ª Vara Criminal de Capital, com intuito de prender os integrantes organização criminosa identificados como “disciplinas” do grupo.

A esposa de Sandro Louco foi detida em sua casa, localizada no Bairro Jardim das Palmeiras. Ela responderá a um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por uso de drogas, uma vez que não foram encontrados outros elementos ilícitos na residência.

No local, os policiais apreenderam dois cigarros de maconha e o aparelho celular, com o fim de colher informações relacionadas à atuação do grupo com o tráfico de drogas.

Ainda durante a operação, a Polícia Civil cumpriu um segundo mandato contra outro membro da facção. No endereço, um dos suspeitos não foi localizado, porém, um terceiro estava no local e foi flagrando em posse de drogas, dinheiro e caderno de anotações relacionadas ao tráfico.

O homem e a esposa do líder da facção foram encaminhados para a Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes, onde foram interrogados e autuados pela Polícia.

Caso “Sandro Louco”

Sandro Louco é apontado como líder da organização criminosa Comando Vermelho e foi condenado à pena unificada de 205 anos e nove meses de reclusão, pela prática dos crimes de desacato, falsificação, roubo, homicídio, latrocínio, sequestro e cárcere privado e posse ou porte de arma de fogo.

Sandro Louco  foi preso pela primeira vez no ano 2000, após assaltar um banco em Várzea Grande, mas conseguiu fugir no mesmo ano.Posteriormente, ele saiu da cadeia pela porta da frente e ainda levou as armas dos policiais que faziam a guarda do local.Ele foi recapturado e preso novamento, porém tempos depois conseguiu fugir do Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC).Novas prisões aconteceram, porém o líder da facção conseguiu fugir novamente até ser preso pela última vez em 2005 em uma unidade prisional de São Paulo. Ao voltar para Mato Grosso, foi levado para Água Boa (a 730 km ao leste da Capital), onde liderou a rebelião em que cometeu um assassinato.

Ele foi transferido para a unidade de segurança máxima em Catanduvas (PR) no início do ano de 2007 e depois para presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Em 2012, retornou a Penitenciária Central do Estado (PCE) e, em 2016, foi enviado novamente para Catanduvas. Em 2019, retornou de novo para a PCE. 

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