Domingo, 28 de Novembro de 2021

O Bocão
Terça-feira, 05 de Outubro de 2021, 10h:31

debaixo das barbas da Ordem dos Advogados

OAB concede carteira de advogado a presidiário e estelionatário que desviou dinheiro dos cofres públicos do Poder Judiciário

Fonte: Pagina do Estado

Divulgação

Caso ocorreu em Mato Grosso debaixo das barbas da Ordem dos Advogados

Era ano de 2008 quando os pagamentos de várias guias de processos não chagavam ao setor de arrecadação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A Corregedoria desconfiada de algum desvio iniciou a investigação e também acionou o Ministério Público para investigar. Em pouco mais de 2(dois) meses em uma investigação rápida o Gaeco(Grupo de Combate ao Crime Organizado) chegou aos envolvidos acusando 5(cinco) pessoas. Uma delas o hoje Advogado José Eduardo de Oliveira Figueiredo.

José Eduardo fazia parte de uma quadrilha que fraudava guias do Poder Judiciário para desviar dinheiro dos cofres públicos. Chefão e articulado perpetrou fraudar as guia de recolhimento de taxas e custas judiciárias ocorridas em Cuiabá e Sinop (cidade a 500 quilômetros da Capital). Para praticar o golpe José Eduardo e os demais de sua quadrilha possuíam uma máquina autenticadora montada numa quitinete da Rua Aníbal da Motta, no bairro Duque de Caxias máquina essa que era usada para fraudar os pagamentos das guias dos processos judiciais com autenticação falsa(como se tivesse sido paga no banco) quando então desviava-se o dinheiro referente a custas judiciais.

O cidadão para entrar com uma ação judicial, tem que pagar as custas judiciais. O pagamento é feito através de uma guia em um banco ou lotérica ai entrava a ação do estelionatário José Eduardo que falsifica de forma quase perfeita e ficava com o dinheiro e ninguém desconfiava.

O problema se deu quando o volume do desvio alcançou uma cifra milionária chamando atenção então da Corregedoria do Tribunal. Na época durante as investigações os Promotores do Gaeco levantaram que nos computadores poderiam até mesmo existir os programas usados para a autenticação fraudulenta não se tratando de uma falsificação comum, grosseira que enganou muita gente por tanto tempo só percebida no momento em que faltou dinheiro no setor de arrecadação. Preso, José Eduardo Oliveira Figueiredo que além de cuspir no prato que comeu(roubar) o Judiciário órgão Estatal de onde tira seu sustento com advogado ainda foi acusado e indiciado pelos crimes de falsificação de documentos públicos, uso de apetrechos para falsificação, estelionato e formação de quadrilha. Após ser preso José Eduardo foi levado para o anexo 1 da Penitenciária Central do Estado (antiga Pascoal Ramos).

Após ficar anos na prisão José Eduardo que era estagiário na época das fraudes, estelionatário e chefe da organização criminosa, requereu bem quetinho a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso, Cuiabá a sua carteira de advogado. A OAB, acabou por conceder ao antes estelionatário presidiário a carteira de advogado, elevando o nível intelectual profissional daquele criminoso que passou de estelionatário estagiário a estelionatáriO graduado com carteira da OAB. O presidiário estelionatário, fez de tudo para travar seu processo criminal que deve voltar A TRAMIRAR NOS PRÓXIMOS dias TUDO ISSO para poder ficar impune depois e ter aplicado golpe na própria justiça de onde tira seu sustento.

Isso sem contar no engodo que ele causou entre um Desembargador, um juiz, fazendo até mesmo com que o Desembargador fosse responder procedimento perante o CNJ, mesmo sendo inocente o que rendeu muito trabalho e desgaste ao Magistrado. José Eduardo de Oliveira é considerado um artista, pois frauda a justiça, sai ileso, recebe carteira da OAB e faz Desembargador que descobriu sua fraude responder PAD no CNJ.

Cadastro do Estelionatário na OAB, regisro como Advogado

 

Espelho do precesso crime movido pelo Ministério Publico

Comentários










COMENTÁRIOS

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site. Clique aqui para denunciar um comentário.